quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

MAUÁ, UM SUPER EMPREZÁRIU


U PERISQÓPIU
(Jornau Perituru – Esqritu em lójiqa)
Diresãu jerau: Ignatius Saraqutu
Petrolina, 07 01 2010

UM SUPER EMPREZÁRIU, UM REI ABAITOLADU I MEIA DÚZIA D APROVEITADORIS INGLEZIS.
Um ezemplu d brasileiru nasidu a duzentus anus q trousi qonsigu u tinu d ser u maior emprezáriu d seu tempu.
Ainda qriansa viu seu pai ser asasinadu por um ladrãu d gadu, i pouqu depois foi rejeitadu pelu seu padrastu, tendu sidu obrigadu a deixar a mãi i ainda qriansinha si mudar para bem distant, ond pasou a viver qom um d seus tius.
U nosu notável empresário foi industrial, banqueiro, político e diplomata brasileiro i naseu em Arroio Grande, município de Jaguarão, RS, foi u maior símbolo dos capitalistas empreendedores brasileiros em toda a sua istória.
Viajou para o Rio de Janeiro, RJ, em companhia de um outru tio q era capitão da marinha mercante e, aos 11 anos, empregou-se como balconista de uma loja de tecidos. Passando a trabalhar na firma importadora de Ricardo Carruthers (1830), este lhe ensinou inglês, contabilidade e a arte de comerciar. Aos 23 anos tornou-se gerente e logo depois sócio da firma. A viagem que fez à Inglaterra em busca de recursos (1840), convenceu-o de que o Brasil deveria caminhar para a industrialização. Iniciando sozinho a frente do ousado empreendimento de construir os estaleiros da Companhia Ponta da Areia, fundou a indústria naval brasileira (1846), em Niterói, RJ, e, em um ano, já tinha a maior indústria do país, empregando mais de mil operários e produzindo navios, caldeiras para máquinas a vapor, engenhos de açúcar, guindastes, prensas, armas e tubos para encanamentos de água. Da Ponta da Areia saíram os navios e canhões para as lutas contra Oribe, Rosas e López. A partir de então, dividiu-se entre as atividades de industrial e banqueiro. Foi pioneiro no campo dos serviços públicos: fundou uma companhia de gás para a iluminação pública do Rio de Janeiro (1851), organizou as companhias de navegação a vapor no Rio Grande do Sul e no Amazonas (1852), implantou a primeira estrada de ferro, da Raiz da Serra à cidade de Petrópolis RJ (1854), inaugurou o trecho inicial da União e Indústria, primeira rodovia pavimentada do país, entre Petrópolis e Juiz de Fora (1854), realizou o assentamento do cabo submarino (1874) e muitas outras iniciativas. Em sociedade com capitalistas ingleses e cafeicultores paulistas, participou da construção da Recife and São Francisco Railway Company, da ferrovia dom Pedro II (atual Central do Brasil) e da São Paulo Railway (hoje Santos-Jundiaí). Iniciou a construção do canal do mangue no Rio de Janeiro e foi o responsável pela instalação dos primeiros cabos telegráficos submarinos, ligando o Brasil à Europa. No final da década de 1850, o visconde fundou o Banco Mauá, MacGregor & Cia, com filiais em várias capitais brasileiras e em Londres, Nova Iorque, Buenos Aires e Montevidéu. Liberal, abolicionista e contrário à Guerra do Paraguai, forneceu os recursos financeiros necessários à defesa de Montevidéu quando o governo imperial decidiu intervir nas questões do Prata (1850) e, assim, tornou-se persona non grata no Império.
Pena q tamanha i jovem personalidad, donu du maior impériu finanseiru i eqonômiqu du emisfériu sul, avaliadu em moeda atual em 60 bilhõis de dólares, nasera i vivera grand part d sua vida em um país quju rei, além d ser meiu abaitoladu, tinha um xodó desqaradu qom auguns maxus inglesis, i detestava u grand imprezáriu brazileiru.
Devidu au seu grand prestíjiu i imensu poder finanseiru, despertou uma gand inveja na elit i na bixarada da qôrt q terminaram destruindu u grand impériu financeiru, quja quantia era serqa du dobru das receitas d todu u impériu du abixaradu rei.
Suas fábricas passaram a ser alvo de sabotagens criminosas e seus negócios foram abalados pela legislação que sobretaxava as importações. Foi deputado pelo Rio Grande do Sul em diversas legislaturas, mas renunciou ao mandato (1873) para cuidar de seus negócios, ameaçados desde a crise bancária (1864). Com a falência do Banco Mauá (1875) o visconde viu-se obrigado a vender a maioria de suas empresas a capitalistas estrangeiros. Doente, minado pelo diabetes, só descansou depois de pagar todas as dívidas, encerrando com nobreza, a Biografia dese grande empreendedor. Q au longo da vida recebeu os títulos de barão (1854) e visconde com grandeza (1874) de Mauá.
A destruisão qriminoza du Grupu Eqonômiqu Mauá foi u maior dezastri q u Braziu sofreu em toda sua istória, perdeu a sua pujant industrializaçãu i si transformou em um país purament agríqola, frutu da inveja d um rei baitola.
Ignatius Saraqutu d Emprezariuns

Um comentário:

Ignatius disse...

Si D Pedru 2º nã destrói u grupu Mauá, sertament u Braziu teria si transformadu em uma potência eqonômiqa ainda nu séqulu 18.
Mas é istu q dá ter nu qomandu d uma nasãu um Rei baitola, froxu i desqaradament apaixonadu por inglezis.
Valeu Pedroqa. Q u diabu qontinui a ti futuqar nu teu imundu tronu aí pelu infernu.