quinta-feira, 16 de outubro de 2008

VAGABUNDAJEM E DESPERDÍSIO


O PERISCÓPIO
(Jornal Perituro – Esqrito em lójiqa)
Diresão jeral: Ignatius Saraquto
julho/2003

VAGABUNDAJEM E DESPERDÍSIO

Artigo d alto luxo, a vagabundajem só sobreviv, por pouqo tempo, em sosiedads qujo torrão é dotado d imensas riqezas naturais, ou ond o relasionamento qom o esterior trazem para si monumentais luqros.
No qazo do país das Ibirapitangas, João Ramalho, Nassau e Mauá a qoiza está indo a as mil maravilhas, se observarmos pelos ângulos da esqulhambasão, da vagabundajem e do desperdísio.
Veja o qazo da eduqasão: se fosem tirados da sala d aula os alunos vagabundos pouqa qoiza restaria nas esqolas(serqa d 3%) sem q isto qauaze grands males a a eduqasão global d noso paíz. Pois é sabido q 97% do alunado não qerem piroqa nenhuma qom estudo nem qom aprender; vão para a aula qontra a vontad, nelas fiqam e delas saem ezaustos por estarem prezos num biombo e obrigados a ouvirem tudo aqilo q xamam d babozeiras. Os gastos seriam reduzido a um valor irrizório, e o restant poderia ser apliqado em projetos produtivos, pois gastar qom vagabundos é puro disperdisio.
Da imensidão d profesores q temos hoje, perdendo, literalment, o seus presiozos tempos, 97% poderiam ser bem melhor aproveitados se fosem desloqados para áreas produtivas ond visem os frutos do seu trabalho, pois pratiqar tarefas inúteis é asima d tudo uma tremenda burrise.
Veja o qazo da saúd: é sabido q os gastos qom a saúd são monumentais; e o q se vê? Vese uma imensidão d enfermos dentro e fora dos ospitais; culpa esqluziva dos esqulápios q por serem em sua grand maioria inqompetents irresponsáveis e mersenários não proquram realment qurar as enfermidads do noso povo, pegam o esqaso dinheiro do pobre e deixam o infeliz ainda pior do q quando o viu na primeira qonsulta; além d mutretarem as gias do INSS e dos planos d saúd, anotando prosedimentos q nunqa efetuaram.
Seria bem melhor q 95% do fabulozo gasto qom a “saúd” fosem apliqados em asões q vizasem melhor alimentar o povo e orientálo quanto aos prinsípios d ijiene e saúd preventiva; bem qomo, apliqar boa part da fortuna desperdisada nos projetos e obras d saneamento ambiental.
Qom ests prosedimentos, sertament, aqabaria boa part dos doents e seriam dezenvolvidas atividads q trousesem riqezas e saúd para a nosa pobre e enferma nasão.
Gastar o suor dos pobres operários qom atividads eduqativo qulturais q além d não eduqarem quaze ningém, não qonsegem transmitir nenhuma qultura aos nosos jóvens é ter vizão muinto fraqa; senhores profesores, penerem a sua maréria prima, qriem meqanizmos qapazes d proporsionar melhores qlientelas em seus piqadeiros; pratiqar arts dramátiqas para platéia dezinteresada tem o mezmo efeito q toqar ópera para surdos ou dezenhar quadros para serem apresiados por segos.
Deixar d ter todo empenho na busqa d salvar vidas e d proporsionar uma melhor saúd d nosos irmãos, simplesment porq eles não tem as montanhas d dinheiro q os esqulápios ezijem, é ants d tudo anti étiqo; é dezumano; é lamentável!
Botem as mãos na qonsiênsia, senhores polítiqos e senhores esqulápios, se é q vosês a tem, vivam e deixem os outros viver também! Afinal, todos são filhos d Deus e tem também o direito a a sobrevivênsia, e um lugar ao sol; foi asim q o Qriador deixou o noso paraízo; é asim q ele qer os seus filhos: vivendo e ajudando os outros a melhor permaneserem aqi em noso mundo verd e azul.

Ignatius Saraquto Biolojiquns

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